• Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos

  • 19 de Junho, 2020

Eventos cancelados em Portugal geram prejuízos de 20 milhões de euros no segundo trimestre

Eventos cancelados em Portugal geram prejuízos de 20 milhões de euros no segundo trimestre

Eventos cancelados em Portugal geram prejuízos de 20 milhões de euros no segundo trimestre 512 269 apste geral

Fonte: O Jornal Económico – https://bit.ly/30UZWsw

Estas empresas, que atingiram uma faturação superior a 100 milhões de euros em 2019, são responsáveis pelos serviços técnicos de todos os grandes eventos realizados em Portugal como o Rock in Rio, Web Summit, NOS Alive, entre outros.

Os prejuízos das empresas de eventos, que foram adiados ou cancelados, ascenderam os 20 milhões de euros no segundo trimestre deste ano. Apesar de elevado, o valor fica ligeiramente abaixo das perspetivas da Associação Portuguesa de Empresas de Congressos, Animação Turística e Eventos (APECATE) que estimaram prejuízos até 250 milhões de euros.

Estas empresas, que atingiram uma faturação superior a 100 milhões de euros em 2019, são responsáveis pelos serviços técnicos de todos os grandes eventos realizados em Portugal como o Rock in Rio, Web Summit, NOS Alive, entre outros.

Face a este resultado motivado pela pandemia da Covid-19, as entidades mais afetadas uniram-se para a criação de um movimento que tem como principal objetivo contribuir para a definição e regulamentação da prestação de serviços do setor, a Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos (APSTE).

Pedro Magalhães, presidente da APSTE considera que “a crise que está atualmente a afetar o setor dos eventos, veio demonstrar a urgência de as empresas juntarem esforços para viabilizarem a sua atividade e manterem os postos de trabalho”, sublinhando “a importância da consolidação do setor dos eventos, para garantir que as nossas empresas continuam a contribuir para o crescimento da economia nacional”.

As empresas associadas da APSTE representam mais de um milhar de postos de trabalho diretos e cerca de 3 mil indiretos, entre os quais técnicos de som, de iluminação, de vídeo, riggers, stage hands e outros profissionais.

De acordo com um inquérito realizado pela APSTE durante o mês de maio, 93% das empresas associadas não efetuaram despedimentos até à data, mas 60% recorreram ao lay-off. O mesmo estudo revela que 56% das empresas não têm liquidez para pagar os salários nos meses de julho, agosto e setembro.

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